Domingo, 25 de Fevereiro de 2018 - SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS

PF defraga operação "Soberba": busca e apreensão são feitas em Mirassol D'Oeste e em cidades de MT

Treze suspeitos de integrar uma quadrilha de tráfico internacional de droga são alvos de uma operação deflagrada pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (28), em Mato Grosso e Minas Gerais. A quadrilha, de acordo com a PF, era financiada por um doleiro de Cuiabá, que usava empresas de turismo de fachada em São Paulo para manter o 'negócio' em funcionamento. Mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva também devem ser cumpridos em São Paulo.

Conforme a PF, a operação batizada de 'Soberba' deve cumprir 11 mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, 13 de condução coercitiva [quando a pessoa é conduzida até a PF para prestar esclarecimentos] e 18 de busca e apreensão, em Cuiabá, Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, e Mirassol D'Oeste, a 329 km de Cuiabá. Em Minas Gerais, os mandados devem ser cumpridos em Barão dos Cocais, Inhapim, Coronel Fabriciano e Governador Valares, e, em São Paulo, na capital e em Guarulhos. São 11 mandados de prisão em Mato Grosso e dois em Minas Gerais.

O caso começou a ser investigado há um ano e os principais investigados estavam em Cuiabá e Várzea Grande. Conforme a PF, a droga era comprada na Bolívia junto a intermediadores que ficam na faixa de fronteira. O principal destino desse entorpecente era Minas Gerais, mas também era mandado para Portugal e Espanha. Inclusive, no decorrer da investigação, uma pessoa foi presa em Portugal.

Durante esse período de investigação, cinco pessoas foram presas em flagrante e algumas apreensões foram feitas. Uma delas foi de 218 km de pasta base de cocaína, além de 195 dólares, 34 mil reais em dinheiro e veículos. 

A quadrilha também tinha o suporte de uma advogada que atuava como informante. Ela ainda teria entrado com um pedido judicial para a devolução de um veículo que os traficantes usavam para o tráfico de drogas O veículo tinha sido apreendido e para solicitar a devolução ela teria apresentado um documento de compra e venda forjado, com data retroativa. Essa advogada é um dos alvos da operação e teve a prisão decretada.


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