Segunda-Feira, 23 de Outubro de 2017 - SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS

Criminoso mata garota de 6 anos e multidão destrói delegacia

A polícia confirmou a morte da garotinha Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de seis anos. A garota foi dada como desaparecida na última terça-feira (26) por volta de uma da tarde. O suspeito Eduardo Leonildo da Silva, de trinta anos foi preso pela polícia no final da tarde de quarta feira.

O suspeito mora no Parque Danieli e seria conhecido da família da menina. Os policiais responsáveis pela operação chegaram ao suspeito principal após verificar vídeos das câmeras de segurança e perceberem o momento em que Tabata teria entrado em um veículo Gol, o carro era branco e seu modelo era o mais antigo.

As primeira informações afirmam que ele informou aos policiais onde estava o corpo da criança, que posteriormente foi encontrado no Bairro Sonho Meu, o local exato não foi divulgado para evitar tumultos, já que o crime gerou grande revolta na população.

O suspeito foi interrogado pela Polícia Civil, o trabalho foi feito pela equipe de Umuarama e do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas. O homem incialmente negou ter cometido o crime, mas depois resolveu confessar. 

Enquanto o homem estava sendo interrogado, Fernanda Crespilho, mãe de Tábata e seu padrasto Willian conversaram com repórteres e informaram que Eduardo era conhecido, mas não próximo. Segundo eles, não tiveram mais contato com o homem depois que ele foi preso e posteriormente liberado.

A população da cidade, indignada com o acontecimento, tentou invadir a delegacia para fazer justiça com as próprias mãos. Inúmeros manifestantes se juntaram e marcharam até a delegacia, após saberem que o suspeito estava lá, sendo interrogado. Assim que um tumulto começou, o criminoso foi transferido.

O entorno da Sétima Subdivisão Policial ficou cheio de pessoas, alguns jogaram pedras, pedaços de pau e ferro, quebrando as vidraças do local e ferindo alguns servidores que estavam ali. Ao menos três carros que estavam na frente da delegacia foram queimados e outros virados em forma de protesto.

Houve até tentativa de fuga dos presos. Reforços foram solicitados para a Polícia Militar em cidades vizinhas. os primeiros a chegarem foram os oficiais do Sétimo Batalhão, de Cruzeiro do Oeste. Neste artigo estão disponíveis alguns vídeos e fotos dos manifestantes literalmente destruindo o patrimônio de terceiros


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